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sábado, 19 de maio de 2018

Entrevista com o Vampiro: a história de Claudia - ANNE RICE


Entrevista com o vampiro: a história de Cláudia, é uma história em quadrinhos, baseado no best-seller Entrevista com  o Vampiro.
Meticulosamente ilustrado por Ashley Marie Witter, a versão em graphic novel em sepia do livro com a estreia da rainha dos vampiros reconta a história sob um ponto de vista inédito: o da vampira criança Cláudia, a imortal de 6 anos de idade, órfã e assassina, vítima e monstros. Eternamente representada por Kirsten Dunst na versão cinematográfica. As ilustrações em tons de sépia de Ashley Marie Witter retratam fielmente os personagens felinos e andróginos de Rice.
O desenho detalhista, em tom vintage, reforça o clima ao mesmo tempo sensual e sombrio da obra original, renovando e enriquecendo a narrativa. A história se inicia com a transformação da enigmática Cláudia em um vampiro e acompanha seu “envelhecimento”, as hostilidades crescentes entre ela e Lestat, o seu caso de amor platônico com Louis e sua busca desesperada por outros de sua espécie, com quem espera obter respostas sobre sua própria natureza. A perspectiva de Cláudia, com uma mente adulta eternamente aprisionada em um corpo infantil, nos mostra uma nova gama de conflitos e contradições, nunca antes apresentados em qualquer livro da série original, tornando esse volume um item indispensável para qualquer aficionado por Anne Rice e seus personagens. A adaptação é a primeira graphic novel inteiramente produzida pela autora e ilustradora Ashley Marie Witter, que estudou desenho pensando em trabalhar com cinema e videogames antes de descobrir a sua vocação para os quadrinhos. 



Como uma aparição fantasmagórica Cláudia aparece no livro, e narra suas aventuras desde o inicio de sua criação, nunca antes contadas. Cláudia, claramente inspirada na morte da filha Anne Rice, Michele Rice, uma pequena e encantadora garotinha. Pode ter desencadeado a inspiração para a vampira mais assustadora das histórias de terror. Podemos ao decorrer dos livros da escritora uma intensa crise existencial em seus personagens, uma busca pela existência de Deus, a existência do mal, e de toda a fonte do vampirismo, talvez pelo fato que a escritora tenha passado por tal crise chegando a duvidar de Deus, por sua perda, e todos os dogmas cristões com a morte de sua filha.










Nascido como um senhor do século 18, Louis é agora um vampiro bicentenário que conta sua história para um biógrafo. Suicida, após a morte de sua família, ele encontra Lestat, um vampiro que quer persuadi-lo a escolher a imortalidade e se tornar seu companheiro. Eventualmente, o gentil Louis resolve deixar seu violento criador, mas Lestat faz com que ele sinta-se culpado quando transforma uma jovem. Desde sua concepção o livro, e o filme fizeram o maior sucesso nos cinemas. Lestat, ao descobrir, fica extremamente empolgado, transforma-a em vampira e a "dá de presente" a Louis. Os dois (Claudia e Louis) tornam-se muito amigos, sendo um a razão de ser do outro. Claudia, entretanto, não é feliz, pois, assim como uma criança humana, ela amadurece e torna-se adulta, mas fica eternamente presa no corpo de uma menina. Lestat, enciumado da relação dela com Louis e também farto de suas "crises existenciais", acaba por afastar-se de ambos e tratá-los cada vez pior. Claudia considera que ele é um peso a ser eliminado, e então assassina-o. Para comemorar, ela marca com Louis uma viagem para a Europa. Mas logo antes de embarcarem, para surpresa e pânico de ambos, eles descobrem que Lestat na verdade não morreu. Em Paris, Louis conhece Armand, o líder de um grupo de vampiros, e espera que ele, já que é provavelmente o mais velho vampiro existente, dê-lhe algumas respostas, o que descobre não ser possível. Logo após, o grupo que Armand lidera assassina Claudia, levando Louis a uma fria vingança que não poupa ninguém, a não ser o próprio Armand.
Por fim, Louis volta sozinho aos Estados Unidos, onde continua sua vida...

Tudo começou no escuro. A luz, uma voz dizia. - Claudia...





annerice.com/

terça-feira, 11 de outubro de 2016

FALLEN - Lauren Kate



Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no reformatório. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso – que provocou a morte do garoto que gostava – levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder— uma verdade que poderia matá-la. O reformatório para onde Luce vai já está dividido, e ela tem que decidir ficar ao lado da sua paixão e de seus amigos, Daniel Grigori, Ariane, Penn e Gabbe, que ela acredita estar a protegendo ou o encanto de "Cam", com seus amigos Molly e Roland. Qual é a escolha certa? Quem realmente quer o seu bem?




  




FALLEN é uma série de livros que conta a história de amor entre um anjo e uma mortal.




Seus olhos caíram para o sofá acolchoado de marfim do outro lado da sala de visitas, onde somente horas mais cedo ela tinha aparecido inesperadamente, mais tarde do que o resto de sua comitiva, em um vestido de seda rosa, para aplaudir a filha mais velha de seu hospedeiro, após uma boa apresentação no cravo1. Ele olhou para o outro lado da sala, pela janela para a varanda, onde no dia anterior ela tinha se insinuado até ele, um punhado de peônias selvagens brancas em sua mão. Ela ainda achava que a atração que ela sentia em relação a ele era inocente, que seus frequentes encontros no gazebo eram meras... felizes coincidências. Ser tão ingênua! Ele lhe nunca lhe contaria outra coisa – o segredo era dele para suportar. Ele ficou de pé e se virou, os retratos deixados para trás na cadeira de couro. E lá estava ela, pressionada contra a cortina de veludo rubi em seu simples vestido branco. Seu cabelo negro tinha e soltado de sua trança. O olhar em seu rosto era o mesmo que ele tinha desenhado tantas vezes. Havia fogo, subindo em suas bochechas. Ela estava brava? Envergonhada? Ele ansiava saber, mas não podia se permitir a perguntar. – O que está fazendo aqui? – Ele conseguia ouvir o rosnado em sua voz, e se arrependeu de sua aspereza, sabendo que ela nunca entenderia. – Eu – não consegui dormir, – ela gaguejou, se movendo na direção do fogo e da cadeira dele. – Eu vi a luz acesa no seu quarto e então –  ela pausou, olhando para baixo para suas mãos – – sua mala está do lado de fora da porta? Você vai a algum lugar? 


















Há alguma chance de isso ser possível?
O que? - ele disse. - De já nos conhecermos antes. Não. Ele respondeu.





sexta-feira, 21 de agosto de 2015

MAQUIAGEM - Paulina Martins e Paola Bracho > A Usurpadora


Pink só na Paulina mesmo, Paola JAMAIS. Esse é o Niina Secrets da T.Blogs. Pink avermelhado vibrante, para quem sabe animar o sofrimento da coitada. #dó #caradepet



Pra começar tem esse rosa super famoso que ela usa. Pra conseguir esse efeito a Liz aplicou gloss incolor por cima do Sleek Fandango Purple. E Paulina, se anima né gata? Por gentileza!


Cara de susto permanente, porém sempre bem maquiada. Nos olhos o esfumadinho marrom com pálpebra bege, e nos lábios um cor de boca rosa antigo. Esse é o Boca da MAC Julia Petit, outras opções similares são o Brave e o Faux da mesma marca.


E o susto continua, porém agora com um batom nude marrom taupe. Esse é o Dunas da minha coleção Pausa para Feminices. Mas pra copiar mesmo o batom dela, recomendo usar com um contorno de marrom, como o lápis Whirl da MAC.



Pra finalizar UMA CARA DE ALEGRIA e felicidade. Afinal, hoje tem colega! Isso aí, animação, adorooooo. Nos lábios um orquídea radiante. O tom similar que encontramos é o Magia das Fadas também da coleção Pausa para Feminices.


Boca marrom caramelo com o Marronli da quem disse, berenice? para sensualizar com Carlos Daniel. O bom é que o batom não transfere, né? Dá pra beijar muito 







sábado, 20 de dezembro de 2014

Guacamole | MEXICANA | Receita

 


Guacamole é um típico prato da culinária mexicana. É basicamente um puré de abacate bem temperado, com tomates, cebola, coentro, limão, alho, e pimenta, que funciona como um complemento da salada, tendo sido exportado para todas as partes do mundo onde existe comida mexicana.
O nome "guacamole" tem origens indígenas: "Ahuacatl" abacate, e mole é um nome genérico para "molho", embora o verdadeiro guacamole seja totalmente diferente, levando na sua composição chocolate.



INGREDIENTES

ü  Abacate
ü   Tomate
ü  Limão
ü  Coentro
ü  Alho
ü  Pimenta

ü  Cebola
ü  Sal à gosto



Modo de preparo: Amasse o abacate com um garfo, pique a cebola em quadradinhos e separe. Pique também o coentro, o alho, e a pimenta. Junte todos os ingredientes. Em um refratário agora misture todos os ingredientes, e adicione uma pitada de sal. E limão.   


Pronto agora é só comer com Doritos e saborear o seu guacamole. Aproveite!   


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O livro dos SITH - STARwars














A mera existência dessa negociação ilícita confirma algumas verdades vitais: os Governantes procuram controlar a informação. Os poderosos farão de tudo para conservar o poder. E, se alguma coisa é proibida, é provável que seja algo que valha a pena saber. Embora minha experiência em adquirir os textos tenha me fornecido conhecimento prático sobre como tesouros e segredos passam de mão em mão, bem como as funções que os não sensíveis à Força desempenham para manter a galáxia funcionando. Sob a tutela de Darth Plagueis, herdei os Arquivos Sith – mais de mil anos de ensinamentos valiosos passaram em segredos de mestre para aprendiz. Mas o que aprendi foi que apenas um punhado de figuras provocou, de fato, avanços na causa dos Sith. Então, defini como meu objetivo recuperar as escrituras mais famosas – não as revisões de cronistas mal-orientados que viveram centenas de anos depois delas, mas os pergaminhos que guardam as palavras originais e que foram registrados por suas próprias mãos.  Com a queda do Templo Jedi, eu finalmente recuperei os últimos desses documentos, ainda que apenas fragmentos de cada um tenham sobrevivido aos séculos.




















Nessa simples máxima está toda a filosofia Sith. O que Lorde Kaan e meus outros predecessores menos importantes não conseguiam compreender é que tal verdade fundamental não é evidência de discernimento da minha parte, mas, ao invés disso, estupidez da parte deles. A Força não é fogo. Ela não pode ser passada da tocha de um usuário para a de outro e depois de outro, até que um hemisfério inteiro esteja iluminado com a labareda de um milhão de luzes.  PODER SITH, livro STARWARS





Estudiosos sabem que um holocron é uma caixa de treliça cristalina, capaz de armazenar uma quantidade quase infinita de informações de valor inestimável. Essas matrizes podem ser alinhadas apenas através de aplicação precisa e exaustiva da Força. Um holocron completo só pode ser acessado por outro usuário da Força. Para navegar pelos segredos de um holocron, é preciso falar com seu guardião – um eco holográfico do criador do dispositivo que retém uma dimensão do espírito de quem o criou. Construir holocron pode levar meses, e um simples passo em falso destruirá o dispositivo e o fará virar pó.

Os Jedi também sabem tudo isso. Acredito que os Sith Puro-sague tenham construído seu primeiro holocron após arrancar o segredo dos conquistadores alienígenas ancestrais, os Rakata. Dessa maneira, os Jedi podem ter apenas copiado os dos Rakata. No entanto, os Holocrons Sith são distintos e torturosos. Eles são piramidais – e não cúbicos – para replicar os ângulos de poder encontrados não apenas nas tumbas Sith, mas também na cultura Sith. Seus exteriores são entalhados com hieróglifos, e figuras estilizadas formam um lacre enfeitiçado que lança maldições nos indignos que tentam encontrá-los.
O cristal central tem a cor da fumaça e é tanto fonte de poder quanto um repositório da informação do fantasma do guardião. Essa coroa deve ser entalhada com o espírito do construtor em um ritual da Força chamado Rito de Iniciação. Destruir uma coroa irá libertar seu guardião, e seria uma decisão sábia fugir ao invés de encarar um espectro com sede de vingança. 

Sim, holocrons existem no espaço Sith. Os Holocrons Sith são tecnologicamente idênticos aos Holocrons Jedi da República, mas eles possuem refinamentos do lado negro que os tornam muito superiores. 



Juntas, essas páginas reúnem alguns dos primeiros Lordes Sith com aquele que deve ser o último. A voz de cada autor ecoa a era na qual ele ou ela detiveram o poder, mas a Ordem Sith evoluiu ao longo de sete mil anos. Reuni as páginas recuperadas dos trabalhos desses grandes Lordes Sith em um volume. Essas relíquias são únicas e insubstituíveis – elas são o Livro dos Sith.



Para terminar uma luta sem morte, grande habilidade é preciso. Isso não entendem os Sith, como comprovam essas armas. - Yoda